Arquivos da categoria ‘Piadas’.
O banqueiro bondoso
Enviado em 18/04/2012 as 9:08. Nenhum ComentárioCerta tarde, um famoso banqueiro encaminhava-se para sua casa em sua limousine, quando viu dois homens à beira da estrada, comendo grama. Ordenou ao seu motorista que parasse, e então perguntou a um deles:
- Por quê vocês estão comendo grama?
- Não temos dinheiro para comida! Por isso temos que comer grama – disse o pobre homem.
- Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também – disse novamente o banqueiro.
E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também – respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa, a grama está com mais de 20 centímetros de altura!!!
Loira musical
Enviado em 16/03/2012 as 8:36. 1 ComentárioGisele, uma loira legítima, mas de cabelos, pentelhos e sobrancelhas amarelas, estava tomando um café na padaria quando, desesperadamente, precisou soltar alguns gases…
A música estava bem alta, então ela calculou que poderia soltar os peidos em sincronia com o ritmo da música e bem na hora de um som alto da bateria ou da guitarra…
Foi com grande alívio que ela pode soltar seguidamente os gases no ritmo da música… uma sensação ótima de alívio… Ela chegou a ficar orgulhosa pela sincronia com a música, se sentiu o máximo…
Quando terminou tranquilamente com o seu café ela notou que todo mundo estava olhando para ela. Ela ficou nervosa e foi quando ela notou que:
ESTAVA ESCUTANDO A MÚSICA COM O FONE DE OUVIDO!
A Arca de Noé Brasileira
Enviado em 22/02/2012 as 7:33. Nenhum ComentárioUm dia, o Senhor chamou Noé que morava no Brasil e ordenou-lhe:
- Seis meses antes de 21/12/2012, do fim do mundo, farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que o Brasil seja coberto pelas águas. Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal. Vá e constrói uma arca de madeira.
No dia marcado, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu. Noé chorava, ajoelhado no quintal de sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar furiosa, entre as nuvens:
- Onde está a arca, Noé?
- Perdoe-me, Senhor – suplicou o homem
- Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas. Primeiro tentei obter uma licença da Prefeitura, mas para isto, além das altas taxas para obter o alvará, me pediram ainda uma contribuição para a campanha de eleição do prefeito. Precisando de dinheiro, fui aos bancos e não consegui empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros… O Corpo de Bombeiros exigiu um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar, subornando um funcionário.
Noé continuou:
- Começaram então os problemas com o IBAMAe a FEPAM para a extração da madeira. Eu disse que eram ordens SUAS, mas eles só queriam saber se eu tinha um “Projeto de Reflorestamento ” e um tal de “Plano de Manejo “. Neste meio tempo ELES descobriram também uns casais de animais guardados em meu quintal. Além da pesada multa, o fiscal falou em “Prisão Inafiançável ” e eu acabei tendo que matar o fiscal, porque, para este crime, a lei é mais branda.
Já em desespero, Noé ainda disse:
- Quando resolvi começar a obra, na raça, apareceu o CREA e me multou porque eu não tinha um Engenheiro Naval responsável pela construção. Depois apareceu o Sindicato exigindo que eu contratasse seus marceneiros com garantia de emprego por um ano. Veio em seguida a Receita Federal, falando em ” sinais exteriores de riqueza ” e também me multou. Finalmente, quando a Secretaria Municipal do Meio Ambiente pediu o ” Relatório de Impacto Ambiental ” sobre a zona a ser inundada, mostrei o mapa do Brasil. Aí, quiseram me internar em um Hospital Psiquiátrico! Sorte que o INSS estava em greve…
Noé terminou o relato chorando, mas notando que o céu clareava perguntou:
- Senhor, então não irás mais destruir o Brasil?
- Não! – respondeu a Voz entre as nuvens.
- Pelo que ouvi de ti, Noé, cheguei tarde! O governo já se encarregou de fazer isso!
Delinquente juvenil
Enviado em 08/02/2012 as 10:09. Nenhum ComentárioDois menininhos estavam na saída do Estádio de São Januário quando um deles foi atacado por um Rottweiler feroz.
O outro menino imediatamente pegou um pedaço de pau e deu na cabeça do cachorro, fazendo com que o cão caísse morto e o amiguinho ficasse apenas com alguns arranhões.
Ao ver a cena, um repórter que passava correu para ser o primeiro a cobrir a fantástica história.
Pensou em voz alta:
- Já estou até vendo a manchete: “Jovem vascaníno salva amigo de animal feroz!”.
- Mas eu não sou vascaíno – disse o menino.
- Me desculpe, apenas presumi que fosse, já que estamos na saída do São Januario… Então vou escrever: “Bravo pequeno tricolor evita tragédia com amigo!”.
- Mas eu também não sou tricolor – disse novamente o menino.
- Ok, então: “Pequenino Botafoguense vira herói!”.
- Não sou botafoguense, moço.
- Mas, afinal, pra que raio de time você torce?
- Sou Mengoooooooooo!
E o repórter escreve em seu caderninho:
“DELINQUENTE JUVENIL ASSASSINA BRUTALMENTE CACHORRINHO ADORÁVEL!!!”
O porteiro do puteiro
Enviado em 26/12/2011 as 9:45. 2 ComentáriosNão havia no povoado pior ofício do que ser porteiro do prostíbulo. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever. Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor, mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor.
O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar … já que…
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias… aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu algumas ferramentas. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: não disponho de tempo para viajar: muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos passaram a comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc … E após foram os pregos e os parafusos… Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: – É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! – Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder: se eu soubesse ler e escrever ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!













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